‘’Um por todos e todos por um’’
Nos títulos ou nos anos de jejum
Somos corintianos
Para os rivais somos sofredores
Mas a cada ano
Multiplicamos nossos seguidores
Na alegria e na tristeza
Até que a morte nos separe
Nas arquibancadas que beleza
Gritamos para que o time não pare
Torcemos apaixonadamente
Até para o time juvenil
Celebramos ardentemente
Suas vitorias pelo Brasil
Ganhamos o mundo justo no Rio
No maior do mundo
Vimos um grande animal se converter a simples Edmundo
Somos mosqueteiros ‘’um por todos e todos por um’’
Nos anos de fila e de jejum
Somos corintianos
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Primeiro gol do Ronaldo no Timão e a crise mundial
Primeiro gol do Ronaldo e a crise mundial
Às vezes bate aquela tristeza
Olho pra TV e gol
A o gol
Que me faz esquecer
A conta do mercado
O aluguel atrasado
Mas às vezes o time vai mal
E mesmo assim
A esperança na vitória
Ainda me alegra
E me faz esquecer a crise que meio mundo desemprega
A crise bate
O trabalhador apanha
Mas o nocaute
Sempre evitamos
Não nos entregamos
Resistimos
Agüentamos calados
Os golpes que a vida nos dá
Trabalhamos
Essa é nossa forma de revidar
Pagamos as contas
Guardamos trocados
Vestimos nosso manto sagrado
E vamos para o Estádio
O time do povo vai jogar
Abençoado seja o Corinthians
Que não nos deixa pirar
Terapia é coisa cara
Não posso pagar
Mas você tinha que ver a minha cara
De alegria
Sem neura nem traumas
Feliz como um garoto que faz um gol de placa na rua
Há poucos dias todos nos corintianos
Sentimos essa alegria
Diante do maior rival
Ronaldo nos fez esquecer
Por alguns minutos essa imensa crise mundial
Luciano do Vale tem razão
Deus existe
Para corintianos ou não
E as vezes por alguns instantes acredito que ele seja brasileiro
Às vezes bate aquela tristeza
Olho pra TV e gol
A o gol
Que me faz esquecer
A conta do mercado
O aluguel atrasado
Mas às vezes o time vai mal
E mesmo assim
A esperança na vitória
Ainda me alegra
E me faz esquecer a crise que meio mundo desemprega
A crise bate
O trabalhador apanha
Mas o nocaute
Sempre evitamos
Não nos entregamos
Resistimos
Agüentamos calados
Os golpes que a vida nos dá
Trabalhamos
Essa é nossa forma de revidar
Pagamos as contas
Guardamos trocados
Vestimos nosso manto sagrado
E vamos para o Estádio
O time do povo vai jogar
Abençoado seja o Corinthians
Que não nos deixa pirar
Terapia é coisa cara
Não posso pagar
Mas você tinha que ver a minha cara
De alegria
Sem neura nem traumas
Feliz como um garoto que faz um gol de placa na rua
Há poucos dias todos nos corintianos
Sentimos essa alegria
Diante do maior rival
Ronaldo nos fez esquecer
Por alguns minutos essa imensa crise mundial
Luciano do Vale tem razão
Deus existe
Para corintianos ou não
E as vezes por alguns instantes acredito que ele seja brasileiro
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